sexta-feira, 14 de outubro de 2011
conforme o historia.net...
A Música na Mesopotâmia
Música na MesopotâmiaAs primeiras civilizações surgiram na região do Oriente Médio, em especial na Mesopotâmia. Denominamos este período de "Antigüidade Oriental e pouco se sabe sobre a música dos povos que viveram entre os rios Tigre e Eufrates.
Alguns achados arqueológicos nos deram pistas da existência da música nessa região. Existem pinturas com cenas de músicos e um documento escrito, datado de +/- 800 aC., em escrita cuneiforme: era um acompanhamento de harpa, onde se revela uma forma de escrita a duas e três vozes, com base num sistema pentatônico. Alguns relatos históricos, como textos de Heródoto fazem referências superficiais a música destes povos, considera-se que teve importante função social, no culto religioso, em momentos de guerra e mesmo em festividades.
Percebemos através da pintura que eram vários os instrumentos usados por esses povos, já divididos entre instrumentos de sopro, corda e percussão, entre eles: flautas, tímpanos, gongo e lira. Os mais destacados eram a harpa e a cítara
Descoberta da semana...
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Oriente Antigo voltado para "arte"
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
| OS SUMÉRIOS E A | ![]() |
Roberto Ribeiro Paterlini
Introdução
Antigas lendas guardam a história dos sumérios, seu aparecimento na região mesopotâmica, o desenvolvimento de sua civilização e seu desaparecimento.
Lê-se que, em tempos idos, dos quais esta nossa civilização tem escassa memória, um grande grupo de homens e mulheres deixou a Atlântida, antecipando-se ao cataclisma que fez sucumbir o continente perdido. Este grupo empreendeu longa jornada, até atingir uma belíssima região, situada entre dois grandes rios, onde se estabeleceram.
Seus descendentes, chamados sumérios, fundaram inúmeras cidades, entre elas a célebre Ur, centro científico e espiritual. Seus sábios desenvolveram importantes conhecimentos. Eram exímios na Arte de Curar mediante o uso de ervas medicinais e pedras preciosas. Possuiam profundos conhecimentos astronômicos, e investigaram as propriedades dos números, tornando-se os maiores matemáticos dos tempos antigos. Seu sistema cosmogônico denotava alta sensibilidade no entendimento das relações entre as forças do universo. No Templo dos Quatro Guardiães, na cidade de Tizgar, o visitante podia ler a inscrição: As forças da Terra e o fogo do Sol unem-se, atuando em perfeita harmonia! Cumprem a lei do equilíbrio!
Os sumérios viveram pacificamente, até que uma sombra se estendeu sobre a região. Os sábios compreenderam que era tempo de partir. Desde então a capital da Suméria passou a se chamar Bab-I-Lu, e os povos daquela região passaram a se chamar babilônios.
O aparecimento de
Uma das características mais relevantes da matemática suméria era o uso do sistema de numeração posicional. Isto possibilitava o cálculo do valor numérico de grandezas geométricas com uma precisão admirável para a época. Um exemplo notável pode ser visto em um tablete sumeriano da Yale Babylonian Collection, catalogado sob a sigla YBC7289.
| Tablete sumério YBC7289, da Yale Babylonian Collection. | ![]() |
Nele vemos representado um quadrado, suas duas diagonais e três números:
| a=30 |
| b=1,24,51,10 |
| c=42,25,35 |
escritos no sistema sexagesimal sumeriano. Nessa notação os algarismos do sistema sexagesimal são indicados por 0, 1, 2, ..., 9, 10, 11, 12, ...,59, e a vírgula separa as casas.
![]() | Desenho esquemático do tablete sumério YBC7289, mostrando um quadrado, suas duas diagonais, e três números sexagesimais, um sendo o valor do lado do quadrado, outro uma aproximação do valor de |
Calculando na base sexagesimal temos

portanto
.
Por outro lado, interpretando na figura acima
como o valor da diagonal do quadrado de lado
, temos, em virtude do Teorema de Pitágoras,
| a=(0;30) 60 |
| b=(1;24,51,10)60 |
| c=(0;42,25,35)60 |
Resulta a aproximação
No sistema decimal isso equivale a
Referências
[1] Asger Aaboe, Episódios da História Antiga da Matemática, Sociedade Brasileira de Matemática, 1984.
[2] Roselis Von Sass, A Desconhecida Babilônia, São Paulo, Editora Ordem do Graal na Terra, 1988.
Referências na Internet
[1] Um mapa da Antiga Mesopotâmia pode ser obtido em The Nippur Expedition, do Instituto Oriental da Universidade de Chicago.
[2] Uma introdução à Matemática Mesopotâmica pode ser encontrada na página do MacTutor's History of Mathematics Archive em Babylonian Mathematics.
[3] Confira as páginas de História da Matemática de David Joyce Babylonian e Plimpton 322.
[4] O projeto Uruk apresenta detalhes de tabletas e traduções.
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Publicado em 11/03/2004. Atualizado em 11/03/2004.
Fonte:
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Bagdá: um símbolo da história corre risco
MARCELO REDEespecial para a Folha Online
O assombroso espetáculo de explosões visto desde o início da segunda guerra do Iraque teria um impacto imenso mesmo que as bombas estivessem caindo sobre uma cidade desconhecida e sem passado.
Mas não é o caso. O ataque tem um significado maior porque o alvo principal é Bagdá. A importância da capital na história do islamismo e a simbologia de sua imagem _tanto no Oriente como no Ocidente_ fazem com que a destruição em curso seja ainda mais perversa.
Não se sabe exatamente quando Bagdá surgiu. Em 762, o califa Al-Mansur a elegeu para ser a sede do califado abássida. A escolha do lugar foi bem refletida. Bagdá encontra-se no centro da bacia mesopotâmica, às margens do rio Tigre, mas no ponto em que o Eufrates está próximo, a não mais de 40 km. A cidade domina igualmente o entroncamento com o rio Diyala e não está muito longe do sopé dos montes Zagros. O acesso ao Irã a leste, às zonas pantanosas e ao golfo Pérsico ao sul, à Anatólia ao norte e ao deserto e ao Mediterrâneo a oeste é privilegiado.
Os dois séculos que se seguiram à fundação foram uma época de ouro. A cidade transformou-se em um dos mais poderosos centros políticos do mundo islâmico e era chamada de Madînat al-Salam, a "vila da salvação". Sua importância comercial a colocou entre os principais pólos econômicos da Terra.
Também como centro de saber, estudo religioso e ciência, ganhou fama. O mundo muçulmano encontrava-se em plena expansão, ocupando o norte da África e chegando até a península Ibérica. Bagdá firmou-se nessa constelação de cidades que desempenharam um papel fundamental na cultura islâmica de então, ao lado de Córdoba, Sevilha e Granada (na Espanha), Damasco e Alep (na Síria), Jerusalém (no território palestino) e Fustat, depois Cairo (no Egito). Foi durante esse período que uma parte dos contos das "Mil e Uma Noites" foi compilada. Os ulamas, sábios islâmicos, confluíam para o califado de Bagdá.
Além da religião, da literatura e do saber muçulmanos, boa parte da herança ocidental, em particular a grega, foi preservada e transmitida pelos sábios da cidade. Enquanto a Europa ocidental se enclausurava em uma vida rural, a evolução urbana nas cidades islâmicas foi acelerada: no fim do século 8, Bagdá já alcançava 6.000 hectares e contava talvez com mais de 1 milhão de habitantes. O tecido urbano se enriquecia com palácios, mesquitas, escolas (madrasas), mercados (suqs), casas de banhos e jardins. As relações mercantis com a Índia e a China se consolidavam e Bagdá passou a ser um elo fundamental da chamada "rota da seda".
Da arquitetura desse período de esplendor, quase nada restou. A trajetória da cidade foi desde cedo também uma história de invasões e destruição. Em 1258, os mongóis destruíram Bagdá. No século 16, os otomanos conquistaram a cidade, e a ocupação se prolongou por séculos. Com o desmoronamento do Império Otomano, no fim da Primeira Guerra Mundial, a região se transformou em protetorado britânico em 1920, permanecendo nessa condição até a independência iraquiana em 1932.
A sucessão de conquistadores deixou suas marcas e contribuiu para esvaziar pouco a pouco a cidade de suas riquezas. Ainda assim, o patrimônio de Bagdá é inestimável, a começar pelo museu da cidade, principal acervo mundial sobre as civilizações mesopotâmicas. Junte a ele o mausoléu dos Imãs, a "mesquita dourada", o mausoléu de Shuravardi e a madrasa de Mustansiryya _essa, uma das mais importantes universidades do país, bombardeada nos primeiros dias da guerra.
Poucas cidades na história são tão carregadas de simbolismo cultural. No imaginário da humanidade, Bagdá ombreia com Jerusalém, Alexandria, Atenas ou Roma. No passado, outras cidades, muitas delas vizinhas, tiveram o mesmo papel, mas desapareceram sob o peso das guerras dos homens: Babilônia, Assur, Níneve, Persépolis. Infelizmente, o atual conflito, além de vidas humanas, talvez esteja riscando do mapa um símbolo.
Marcelo Rede é professor de história antiga da UFF (Universidade Federal Fluminense) e doutorando em assiriologia na Universidade de Paris-Sorbonne. Integra, como membro estrangeiro, o Laboratório de História e Arqueologia do Oriente Cuneiforme do CNRS de Nanterre
matéria antiga, mas achei de extrema importância...
O patrimônio histórico iraquiano: uma vítima esquecida
MARCELO REDEespecial para a Folha Online
Nos debates sobre uma eventual guerra no Iraque, tem-se falado abundantemente das possíveis consequências econômicas globais de um ataque norte-americano, assim como das inevitáveis alterações na configuração de forças no Oriente Médio.
Tais preocupações econômicas e geopolíticas são, evidentemente, justificáveis. Uma outra esfera, no entanto, não tem recebido a devida atenção: o impacto de tais eventos sobre o patrimônio histórico iraquiano. Não se trata de pouca coisa. Se alguma vez a expressão "berço da civilização" teve sentido, foi justamente para designar o conjunto de sociedades que compuseram a antiga Mesopotâmia.
A região que corresponde hoje ao moderno Iraque viu, há alguns milênios, surgirem os primeiros esforços humanos para a domesticação dos animais e a realização da agricultura. Nas planícies banhadas pelos rios Eufrates e Tigre surgiram as primeiras cidades da história. E, ao que tudo indica, a primeira vez que o homem colocou uma língua por escrito se deu em Uruk, no sul mesopotâmico.
Assim, alguns fenômenos matriciais do que se convencionou chamar de "civilização" tiveram seus primeiros balbucios no antigo território iraquiano. Embora milenares, esses processos deixaram suas marcas na paisagem na forma de centenas de cidades, palácios, templos e quarteirões residenciais que hoje formam os "tells", as colinas que escondem abaixo de si os resíduos arqueológicos de uma experiência histórica singular. Some-se a isso os milhões de tabletes de argila em que os antigos sumérios, assírios e babilônios registraram em sua escrita cuneiforme desde simples contratos de compra e venda de terras e escravos, atos de casamento, herança, adoção, até os mais antigos textos literários da humanidade. Trata-se do maior conjunto de escritos antes da invenção da imprensa por Gutemberg e um número incalculável deles encontra-se ainda no subsolo iraquiano.
Os atentados contra esse patrimônio fazem parte da história da região. A situação de perigo não é nova. Grande parte dos objetos e textos conhecidos dos especialistas e do público provém de escavações clandestinas. No início do século 20, o sítio de Senkereh, a antiga cidade-reino de Larsa, foi de tal modo saqueado pelos beduínos que sua superfície parecia um campo de batalha. No início dos anos 30, uma intervenção da Aviação iraquiana foi necessária para abrir o terreno para arqueólogos profissionais. Os tabletes clandestinos foram parar no mercado de antiguidades antes de serem comprados por grandes museus europeus e norte-americanos.
Mesmo as expedições oficiais dos primeiros tempos da arqueologia pareceram-se mais com saques impiedosos. Monumentos inteiros foram removidos e enviados para algumas capitais ocidentais. A grandiosa porta de Ishtar da Babilônia encontra-se hoje em Berlin; os murais em pedra com relevos dos palácios assírios, em Londres; os touros alados de Khorsabad podem ser vistos no Louvre, em Paris, ao lado da famosa estela do código de Hamurabi.
Durante a época em que o Iraque fazia parte do Império Otomano, as autorizações de escavações eram dadas mediante o envio de uma parte do butim para os museus de Istambul e Ancara. Em 1932, com o país já independente, uma lei de proteção das antiguidades limitou a sangria: a partir de então, o resultado das escavações deveria ficar em território iraquiano.
A tumultuada história política recente da região, com seus conflitos étnicos e religiosos, guerras e golpes de Estado, também contribuiu para o agravamento do problema. A guerra Irã-Iraque (1980-1988) e a Guerra do Golfo (1990-1991) resultaram em destruição e paralisaram os cuidados de manutenção e a exploração científica por duas décadas.
No intervalo entre os dois conflitos, muitas missões estrangeiras retornaram ao país, mas os trabalhos não duraram. Nos últimos anos, arqueólogos e historiadores voltaram a campo. O Museu de Bagdá, que fora parcialmente esvaziado durante os intensos bombardeios da capital, estava sendo reestruturado, a duras penas devido à falta de recursos e pessoal qualificado. Os alemães voltaram a escavar Assur, uma das capitais do Império Assírio, cujo sítio está parcialmente ameaçado de inundação devido à construção da barragem de Makhul. Os franceses enviaram uma expedição a dois sítios na região do Sindjar, ao norte. Um grande colóquio internacional foi organizado no país para celebrar a invenção da escrita. O novo quadro de tensão ameaça interromper uma vez mais todos os esforços.
Quando se fala em destruição do patrimônio histórico, as atenções concentram-se normalmente sobre os estragos imediatos da guerra. Evidentemente, eles não são negligenciáveis. A poucos metros do sítio de Babilônia ergue-se um dos palácios de Saddam Hussein. Tais construções são suspeitas de acobertar laboratórios de pesquisa bélica, depósitos de armas e munição ou refúgios militares. Um ataque a tais alvos certamente causaria danos aos monumentos vizinhos.
No último conflito, arqueólogos forneceram aos militares um mapeamento dos sítios históricos a serem evitados, mas até mesmo a precisão de um bombardeio cirúrgico tem seus limites, como ficou demonstrado. O fato de os Estados Unidos não serem signatários da convenção da ONU de 1954 sobre a proteção do patrimônio histórico em situação de conflito armado faz crescer ainda mais os receios de uma ação catastrófica.
A situação toda é ainda agravada pelo fato de que boa parte do patrimônio cultural iraquiano é subterrâneo, formado por cerca de 10 mil sítios repertoriados. Numa região em que faltavam a pedra, a madeira e os metais, a antiguidade viu surgir uma verdadeira civilização da argila. Na antiga Mesopotâmia, nada existiu de comparável às sólidas pirâmides egípcias ou aos templos em mármore gregos ou romanos. O grosso dos resíduos é formado pelo acúmulo continuado de construções em tijolos de argila. Atualmente, esses verdadeiros depósitos de informações formam montículos na paisagem árida. No calor da batalha, nem sempre é fácil distinguir entre um inofensivo sítio arqueológico e um abrigo camuflado de bateria antiaérea.
No entanto, são os efeitos mais prolongados dessa situação de beligerância que, embora menos espetaculares, causam os danos mais consideráveis. Em primeiro lugar, o empobrecimento geral do país, em particular após o bloqueio comercial, diminuiu os já escassos recursos aplicados na preservação e administração do patrimônio cultural. Um único vigia é responsável pelo gigantesco sítio de Ur (a cidade de Abraão, segundo a Bíblia)!
O isolamento do Iraque tem efeitos igualmente perversos. Várias gerações de competentes arqueólogos iraquianos foram formadas no exterior, na Europa e também nos Estados Unidos, mas esse fluxo foi quase extinto depois da Guerra do Golfo. Por outro lado, as expedições dos países ocidentais, antes responsáveis pelos principais avanços no estudo da história da região, rarearam e correm risco de extinção. Sem sítios a escavar, as missões debandam para países vizinhos, em particular a Síria. E sem novos materiais de estudo, os interesses dos pesquisadores e das instituições também se orientam para outros horizontes.
Não é portanto apenas a guerra em si que causa preocupação. Mesmo que ela não venha, a situação já é suficientemente grave. Por exemplo, ao estabelecer as zonas de exclusão aérea ao norte do paralelo 36 e ao sul do paralelo 32, a ONU limitou drasticamente o poder de atuação das autoridades de Bagdá. O norte é uma zona predominantemente ocupada pelos curdos. O sul é controlado por grupos xiítas que se opõem ao regime de Saddam. Mas a ONU não se preocupou em estabelecer uma política consistente de proteção do patrimônio histórico nessas regiões. Os resultados são lamentáveis: nos últimos meses, o mercado de antiguidades viu uma verdadeira inundação de tabletes provenientes de Umma, antiga cidade suméria perto do golfo Pérsico e cujo sítio jamais fora escavado cientificamente. Certamente, as incursões clandestinas voltaram a todo vapor e, reservadamente, muitos já falam de conivência das autoridades, dada a dimensão do espólio.
A importância do patrimônio histórico iraquiano excede as fronteiras do país e de seu regime. Os objetos e textos que o compõem são fundamentais no esclarecimento de questões cruciais para o entendimento do passado de toda a humanidade. Um único exemplo bastará: hoje, sabe-se que o entendimento do texto bíblico só será plenamente possível com o avanço das pesquisas sobre a história mesopotâmica. Se a relevância desse argumento for reconhecida, teremos um motivo a mais para clamar pela paz no Oriente Médio.
Marcelo Rede é professor de história antiga da UFF (Universidade Federal Fluminense) e doutorando em assiriologia na Universidade de Paris-Sorbonne. Integra, como membro estrangeiro, o Laboratório de História e Arqueologia do Oriente Cuneiforme do CNRS de Nanterre
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
site de venda de livros...
Dicionário de língua morta há 2 mil anos é completado após 90 anos
Civilizations of ancient Iraq
Por Benjamin Read Foster,Karen Polinger FosterThe ancient Mesopotamian city
domingo, 7 de agosto de 2011
Sites...quase mesma postagem publicada no blogosocialista
Site do Museu Britânico
Bem didático da informações bem gerais sobre os períodos da história dos principais povos da Mesopotâmia, conta com joguinhos também para as crianças.
http://mesopotamia.lib.uchicago.edu/
Site do Museu do instituto oriental Mesopotâmico juntamente com a universidade de Chicago disponibiliza muito mais muito material sobre a sociedade mesopotâmica. O site está basicamente dividido em 4 subpartes: Vida na Mesopotâmia, Interativos, Coleção da Universidade de Chicago e Museu do instituto oriental Mesopotâmico, assim como uma seção de materiais para professores e cursos online.
http://www.nyu.edu/isaw/
Site do Instituto de estudos do mundo antigo criador do sistema ABZU/ETANA, que também é desenvolvido pela Universidade de Chicago.
http://mesopotamia.mrdonn.org/ Ancient Mesopotamia for Kids
O nome do site já diz tudo!!!
http://www.archatlas.org/Home.php
fundado pelo Professor de Arqueologia Andrew Sherratt, da Universidade de Oxford e posteriormente assumido por Sheffield, Reino Unido, utiliza a mais alta tecnologia de mapeamento como as do Google Earth e da NASA para mostrar os processos de surgimento da agricultura e urbanização de diversos lugares do mundo.
http://csanet.org/index.html
Site do Centro para o Estudo da Arquitetura e da Arqueologia está localizado em Bryn Mawr, Pensilvânia, USA.
http://www.jhu.edu/digitalhammurabi/
Esse eu descobri esse hoje...me apaixonei!!!
Mostra modelos tridimensionais de tabuinhas cuneiformes e diversas maneiras de apresentação para usos de pesquisas e didáticos.
Explorador:
mailto:Explorator-subscribe@yahoogroups.com
Basta mandar uma mensagem em branco para esta lista de discussão do yahoo para receber diversas informações via e-mail (ou com a visualização no site, ou resumos diários, hehehe) sobre a arqueologia e a história do Oriente Médio.
http://oi.uchicago.edu/OI/IRAQ/iraq.html
Tesouros Perdidos do Iraque
mostra alguns materiais perdidos com o saque do Museu de Bagdá em abril de 2003.
http://archnet.asu.edu/regions/neareast/NearEast.php
Site de arqueologia da Universidade do Arizona disponibiliza diversos sites para pesquisa.
http://oi.uchicago.edu/OI/IRAQ/sites/sitesintro.htm
Site de fotos feitas dos sítios arqueologicos situados no Iraque
http://iwa.univie.ac.at/
Esse site é uma coletânia de publicações à respeito da invação anglo-americana feita no Iraque em 2003 e suas consequencias para a herença arqueologica e histórica da região.
http://users.ox.ac.uk/~wolf0126/
Praticamente a mesma proposta do site anterior
Sonho...
HISTORICAL DICTIONARY OF MESOPOTAMIA
Formato: Livro
Autor: LEICK, GWENDOLYN
Editora: ROWMAN & LITTLEFIELD
Assunto: HISTÓRIA GERAL
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Livros para comprar/alugar...
| Título | ARESTAS DO PODER |
| Autor | ADILTON LUIS MARTINS |
| Editora | ANNABLUME |
| ISBN | 8539100894, 9788539100897 |
| Num. págs. | 126 páginas http://www.annablume.com.br/ |
| Título | O Oriente próximo asiático das origens as invasões dos povos do mar Volume 2 de biblioteca pioneira de ciencias sociais : historia. serie nova clio. a historia e seus problemas |
| Autor | Paul Garelli |
| Editora | Pioneira, 1982 |
| Num. págs. | 347 páginas Não sei se está esgotado, mas acredito que numa estante virtual da vida da pra encontrá-lo. |
| Título | MESOPOTÂMIA - A INVENÇÃO DA CIDADE |
| Autor | GWENDOLYN LEICK |
| Editora | IMAGO |
| ISBN | 8531208602, 9788531208607 |
| Num. págs. |
| 365 páginas A versão em português está esgotada na livraria cultura, não sei o resto...A versão inglesa ainda é comercializada pela mesma. |
| Título | Escritas Cuneiformes História, Usos e Deciframento |
| Autor | Brigitte Lion e Cécile Michel (orgs.) |
| Editora | Targumim |
| ISBN | 9788599459065 |
| Num. págs. 47 páginas |
História das crenças e das ideias religiosas, Mircea EliadeAutoresMIRCEA ELIADE, ROBERTO LACERDA
| Título | CASA DA SABEDORIA, A |
| Autores | JONATHAN LYONS, PEDRO MAIA SOARES |
| Editora | ZAHAR |
| ISBN | 8537805254, 9788537805251 |
| Num. págs. | 304 páginas em leitura ainda, mas aparentemente parece ser bom...é recente, o preço está 44,00 mas já dá pra achar por menos... |


